Qualidade de vida em debate no DF

Por Whalles Zarur

Créditos: www.goodlight.com.br

Os afazeres e a correria das grandes metrópoles têm feito com que o ser humano lembre menos de sua saúde e qualidade de vida. Pensar em qualidade de vida não pode esquecer-se do meio ambiente e todos seus recursos. Neste, que é o dia Mundial do Meio ambiente, vale fazer uma reflexão: até que ponto cada um preserva seu meio social, tendo qualidade de vida e cuidando de sua saúde? Baseado nestas questões, e numa vivência sustentável, pensando no presente, mas, focalizado no futuro, foi realizado a 11ª Jornada Brasileira De Qualidade De Vida 11ª mostra qualidade de vida em ação!

Este evento foi promovido pelo IBQV – Instituto Brasileiro de Qualidade de Vida – , onde diversos especialistas do meio ambiente e qualidade de vida estiveram presentes.

DF EM PAUTA esteve presente e procurou conhecer um pouco mais dos principais problemas e desafios no meio ambiente para os próximos anos. O encontro promovido pelo IBQV começou trazendo todos para uma introspecção sobre ser ecologicamente corretos, ser economicamente viável, socialmente justo e culturalmente aceitos.

Através destes preceitos, palestrantes puderam delinear suas palestras e bate papo com o público da sociedade civil que esteve presente.

Dentro da grande globalização e evolução tecnológica dos últimos anos, se observa a dependência do ser humano cada vez maior dos meios tecnológicos, como carros entre outros. Na capital do país, por exemplo, quase 10 mil veículos estão sendo vendidos mensalmente. Aí entram duas questões abordadas no inicio desta matéria. Onde fica a saúde dependendo somente dos carros? E o meio ambiente, qual a situação com tantos carros circulando, jorrando gás carbono com grande intensidade na atmosfera?

No dia em que se deveria pensar com cuidado nos mananciais a na própria qualidade de vida as atenções são voltadas para o problema que afeta o mundo inteiro: Crise financeira mundial.

Segundo palestrantes que passaram pelo evento do IBQV, há como se pensar na economia, mas numa forma mais social, humana, a ponto de que a natureza prossiga preservada, conservando-a como coração pulsante do planeta terra.

Genebaldo em entrevista para o DF EM PAUTA

Genebaldo em entrevista para o DF EM PAUTA

Para Genebaldo Freire Dias, Doutor em Ecologia pela Universidade de Brasília; Professor e Pesquisador do Programa de Mestrado e Doutorado em Planejamento e Gestão Ambiental da Univesidade Católica de Brasília, onde coordena o Projeto de Educação Ambiental, fazer um prognóstico, começando de trás pra frente, é uma forma para detectar problemas da atualidade e desta forma, daqui vários anos, os mesmos erros já cometidos no passado, não sejam repetidas daqui pra frente. “Eu considero e digo que a espécie humana elegeu o valor econômico como valor absoluto, este foi o grande problema. Mudar isso não é fácil, pois ter sucesso na vida está atrelado a isso”, ressalta Genebaldo que considera o mundo desumano para com a natureza e o meio ambiente, justamente por buscar primeiro o lucro não se importando tanto para as futuras conseqüências. Aí a importância de se detectar os problemas no futuro, como proferido em sua palestra, para achar uma solução no futuro, ou seja, é algo de trás pra frente.

Clique aqui e ouça o aúdio da entrevista de Genebaldo Freire na íntegra

Presidente do IBQV em entrevista ao Whalles Zarur

Presidente do IBQV em entrevista ao Whalles Zarur

Elizabet Garcia Campos, presidente do Instituto Brasileiro de Qualidade de Vida o evento trouxe esta proposta, debatendo justamente a interface da qualidade de vida, tentando conscientizar todos que cada um é responsável pelo planeta terra e pode ajudar a preserva-lo, não esperando que as autoridades façam tudo. “ O que as crianças que estão nascendo hoje podem esperar do futuro, daqui 20 anos, em 2029? É isso que estamos buscando aqui, achar soluções para que estas gerações futuras possam ter sua qualidade de vida garantida, aí entra a sociedade civil, aqui presente, para ajudar que seu nicho não seja contaminado”, exclama Elizabet.

Elizabet concedeu ao jornalista Whalles Zarur, da equipe DF EM PAUTA, clicando abaixo você pode conferir a entrevista na íntegra.

Clique e confira

Finalizando esta matéria, manter a qualidade de vida, além de preservar seu meio social e ambiental e optar uma boa caminhada, deixar seu carro em casa são temas e questões a serem pensadas. Tudo está assossiado ao meio ambiente, de modo que quanto mais cuidar de si, fazendo um bom exercício, caminhando entre a natureza, conseqüentemente terá uma vida melhor, um ar melhor, uma vida mais longa. Já imaginou filhos, netos, todos com um carro na garagem? Pode ser que até tenham, todavia, vale deixa-los em casa, revezar até mesmo com um vizinho ou amigo.

“Fazer exercícios, em geral, não é contra-indiciado no caso de doenças. Pelo contrário: os estudos apontam que a qualidade de vida e os parâmetros dos distúrbios melhoram”, diz Benjamin Apter, ortopedista do Departamento de Geriatria da USP (Universidade de São Paulo) e diretor da academia B-Active, em São Paulo.

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